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Atualmente, estamos vivenciando um novo drama social, que se desenrola num palco, que é, ao mesmo tempo, o cenário e um dos atores, junto com a sociedade e o Poder Público. Trata-se do drama da sobrevivência no planeta em que vivemos. A vida no planeta Terra depende da água, do ar e do solo, para salvaguardar todos os aspectos da vida humana no que concerne à saúde e ao bem estar de seus habitantes e à qualidade do meio ambiente que precisa ser preservada.
É iminente que os problemas relacionados aos recursos ecológicos e sociais, intimamente associados, sejam considerados como uma cadeia complexa de interelacionamentos, já que a má utilização dos recursos naturais, gera riscos e danos à vida humana; o uso inadequado e indiscriminado das atividades humanas, em conjunto com os avanços tecnológicos fazem com que estes riscos e danos, se agigantem em ocorrência e escala de comprometimento, ameaçando não só a saúde e a qualidade da vida no planeta, mas o próprio bem estar público, financeiro e ocupacional da sociedade.
Entretanto, os efeitos indesejáveis, traduzidos por esses riscos, poderão ser mitigados ou evitados a partir de uma consciência ecológica de todos os atores envolvidos nesse drama, quando puderem modificar as ações causadoras desses efeitos, resultando num processo que poderíamos chamar de gerenciamento ambiental, obtido principalmente através do desenvolvimento sustentável.
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